LABORATÓRIOS

 

Infra-Estrutura do Departamento de Anatomia

 

Laboratórios Multiusuários

 

 

Biologia Celular e Molecular

 

O Laboratório Multiusuário de Biologia Celular e Molecular (LMBCM) do Departamento de Anatomia foi inaugurado em outubro de 2001 com a participação de vários docentes do Departamento e apoio financeiro da FAPESP. Esse Laboratório foi projetado para dar suporte às técnicas de Biologia Celular e Molecular em termos de equipamentos de maior porte físico e de custos e tem aproximadamente 170m2. O LMBCM possui várias centrífugas de tamanhos e capacidades diferentes, estufas, contadores "a" e "b", "shakers" para crescimento de bactérias, autoclave, "freezer" -86°C e máquina de gelo.  Possui também uma câmara fria; uma sala para leitores de gel e um equipamento de RT-PCR; três salas escuras, inclusive urna com equipamento KODAK para revelação automática do filme e, finalmente uma sala para editoração de imagem digital, com computador e impressora com resolução para impressão de qualidade gráfica.

 

Laboratório Multiusuário de Microscopia

 

O "Setor de Histologia" do Departamento de Anatomia, designação feita em seus primórdios na década de 1960, desenvolveu-se plenamente sob o comando do Prof. Cláudio Antonio Ferraz de Carvalho. Criado para preencher a lacuna existente entre a Anatomia Macroscópica e a Anatomia Microscópica, Anatomia Mesoscópica, como passou a ser conhecida - possui todos os equipamentos necessários para o desenvolvimento de pesquisas que necessitem da utilização das diversas metodologias empregadas em microscopias de luz e eletrônica (de varredura e de transmissão). Desta forma, fazem parte de seu parque de equipamentos desde micrótomos utilizados rotineiramente em histologia, até ultramicrótomos e aparelhos de ponto crítico e de metalização em ouro, para a elaboração de espécimes de microscopia eletrônica.

 

Laboratório Multiusuário para Tecidos Mineralizados

 

O Laboratório Multiusuário para Tecidos Mineralizados (LMTM), foi oficialmente criado na primeira gestão do Prof Edson A Liberti, quando chefe do Departamento de Anatomia. Anteriormente este laboratório, montado pelo Professor Bruno König Jr., atendia diretamente sua linha de pesquisa sobre implantes dentais. Durante um longo período graduaram-se, orientados pelo Prof Bruno, treze mestres e sete doutores, que utilizaram a infra­estrutura do laboratório para seus trabalhos. Quando da aposentadoria do Professor Bruno o espaço físico e as instalações laboratoriais foram otimizadas criando-se o LMTM, cuja responsabilidade de Administração foi atribuída aos Professores Renato Paulo Chopard, Luiz Ronaldo Picosse e Cecília Gouveia. O laboratório é essencial para pesquisas sobre ósseo-integração e biocompatibilidade quando do estudo da enxertia óssea e implantes dentários. Desde 2001, quando assumimos a direção do LMTM, foram formados nesta linha de pesquisa 1 doutor, 8 mestres e 6 bolsistas de iniciação científica.

 

Os aparelhos instalados no laboratório, em sua maioria são importados e destinados à inclusão de peças ósseas com implantes e ou enxertos de biomateriais; o LMTM possui também aparelhos para microtomia especial e diversas politrizes para tratamento final das lâminas obtidas. O material habitualmente é analisado em microscopia de fluorescência. Além da sua utilização por nossos pesquisadores, bolsistas de iniciação científica e bolsistas da Pró-Reitoria de Pesquisa, o laboratório está a disposição de pesquisadores de outras instituições como a Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, IPEN, Faculdade de Odontologia da Pontificia Universidade Católica de Belo Horizonte, Hospital do Câncer e alunos de cursos de Pós­Graduação de outras unidades. A manutenção do LMTM tem sido possível graças a projetos de pesquisa, notadamente financiados pela FAPESP.

 

Laboratórios Individuais dos Docentes

 

A história da estrutura física para a produção científica do Departamento de Anatomia com as características atuais começou muito recentemente. Somente a partir de 2000 quando pudemos concluir a reforma dos primeiro e segundo subsolos do ICB-III é que o Departamento conseguiu individualizar os laboratórios. Até então, em virtude de que estávamos divididos em vários prédios (Faculdade de Medicina, Bloco 1, Bloco 30 e térreo do ICB-III) não tínhamos um laboratório para cada docente e sim apenas dois locais em que se concentrava toda a pesquisa feita no nosso departamento, ou seja, o Bloco 30 e o Laboratório de Histologia. Dessa maneira, em 2000 concluímos com o suporte financeiro da FAPESP, através do Programa de Apoio à Infra-estrutura Ill, aquilo que chamamos no nosso projeto arquitetônico de Unidade Padrão de Pesquisa (UPP) em que cada módulo (10 no total) de aproximadamente 160m2, já existente no prédio, foi reformado recebendo piso, forro, rede elétrica, iluminação e divisórias. As bancadas de aço inoxidável já existentes e de excelente qualidade foram reaproveitadas. Assim conseguimos alocar cada uma dessas UPPs para 2 docentes. Desse ponto em diante, os docentes puderam então instalar os seus equipamentos e dar às suas UPPs os equipamentos e as características necessárias ao desenvolvimento de sua linha de pesquisa com apoio financeiro das agências de fomento à pesquisa nacionais e estrangeiras.